Saturday, 4 August 2012

The US is now Exporting Coal - is this good?

The US is now Exporting Coal - is this good?: We all know that the journey to a sustainable existence on this planet is going to be a difficult one. Indeed, it might well be what former Xerox CEO David Kearns said of the company’s quest for quality, "a race without a finish line." I say this because absolute sustainability is an ideal that can only be approached. But we need to accelerate our approach to it if we hope to continue to thrive here for generations to come. There will be difficult choices to make, and priorities to set, many of which, like in today's story, will involve trading off short term and long term benefits.

At this point, thanks in large part to Wall Street, the game is heavily rigged on the side of the short term, and that is going to have to change if we are to have any hope of averting disaster in the brief time remaining, especially when it comes to climate change.

Pacific Coral Triangle 'at risk of collapse'

Pacific Coral Triangle 'at risk of collapse': The Coral Triangle, a roughly triangular marine zone in the Indo-Pacific region that is considered to have the world's richest concentration of marine biodiversity, is facing potential ecological collapse due to heavy pressure inflicted by human activities, according to a new report.

The warning appears in a collaborative study, 'Reefs at Risk Revisited in the Coral Triangle', produced by a consortium led by the World Resources Institute, a global environmental think-tank based in Washington DC, United States.

Judge releases nun who broke into U.S. nuclear bomb facility

Judge releases nun who broke into U.S. nuclear bomb facility: KNOXVILLE, Tennessee (Reuters) - A U.S. magistrate judge on Friday ordered the release pending trial of an 82-year-old nun and another anti-nuclear activist charged with breaching security fences at one of the most sensitive U.S. nuclear facilities, in Oak Ridge, Tennessee, where weapons-grade uranium is kept.

World Briefing | Europe: Belarus: Swedish Envoy Expelled

World Briefing | Europe: Belarus: Swedish Envoy Expelled: Belarus expelled Sweden’s ambassador, Stefan Eriksson, for “being too supportive of human rights,” Foreign Minister Carl Bildt of Sweden said Friday, a claim Belarus refuted.

World Briefing | The Americas: Peru: More Than 100 Sickened by Toxic Spill at Mine

World Briefing | The Americas: Peru: More Than 100 Sickened by Toxic Spill at Mine: The Ancash State regional health office said 140 people were treated for “irritative symptoms caused by the inhalation of toxins,” after a pipeline carrying the concentrate under high pressure burst open in their community.

World Briefing | Africa: Uganda: Ebola Outbreak Slows, Health Official Says

World Briefing | Africa: Uganda: Ebola Outbreak Slows, Health Official Says: Joaquim Saweka, the World Health Organization representative in Uganda, said that everyone known to have had contact with Ebola victims had been isolated.

Imigração ilegal: bom negócio para as prisões privadas nos EUA

Imigração ilegal: bom negócio para as prisões privadas nos EUA:
MIAMI - Os EUA estão mandando para a prisão mais imigrantes ilegais do que nunca e isso gerou um negócio lucrativo para as maiores empresas privadas de gestão de penitenciárias. Segundo a agência Associated Press, essas companhias gastaram dezenas de milhões de dólares em lobby para conquistar influência sobre os legisladores e doaram generosamente para as suas campanhas eleitorais.
O custo para o Estado americano chegará neste ano a US$ 2 bilhões. As empresas calculam que receberão muito mais dinheiro nos próximos anos, graças aos planos do governo para abrigar os 400 mil imigrantes ilegais detidos anualmente.
Após uma década de expansão, o sistema privado que administração de centros de detenção abrange desde um subúrbio de Denver até zona industrial adjacente ao aeroporto de Newark. O sistema é majoritariamente controlado por três empresas.
O ritmo do crescimento não diminuiu, apesar da queda no número de imigrantes sem papéis nos últimos anos. Em 2011, quase a metade das camas do sistema de detenções civis estava em centros privados com escassa supervisão federal, ante 10% há uma década. As empresas recebem também fundos de filiais que prestam cuidados médicos e de transporte.
Salvação à beira da falência
A bonança financeira, que tirou da beira da falência várias dessas empresas, ocorre apesar de membros do governo reconhecerem que a privatização não é, necessariamente, a alternativa mais barata.
A mudança geral para o sistema de prisões privadas começou discretamente. Ainda que o Congresso não tenha conseguido alterar as leis de imigração, suas diligências para aumentar os recursos que o Estado destina aos centros privados de detenção atraiu muito menos atenção.
Os gigantes do setor - Corrections Corporation of America, The GEO Group e Management and Training Corp. - gastaram pelo menos US$ 45 milhões em doações eleitorais e em lobby na última década, segundo a AP. CCA e GEO, que administram a maioria das prisões privadas, insistem que não fazem pressão sobre os legisladores para ganhar mais.
— A CCA não faz lobby em temas que estabeleçam as bases para a detenção ou o encarceramento individual — disse o porta-voz da CCA, Steve Owen.
As empresas privadas sustentam que podem economizar recursos público nos centros que administra.
Pablo Pázes, porta-voz da GEO, da Flórida, disse via e-mail que sua empresa respalda as alianças entre os setores público e privado “que demonstraram economizar montantes importantes dos contribuintes”.
A ICE (agência de repressão à imigração ilegal) cancelou recentemente os planos para construir uma penitenciária de 1.500 camas em um subúrbio de Miami após protestos de moradores. Porém, continua decidida a ampliar o número de camas privadas, com planos para cirar novos centros em Newark, Nova Jersey, num subúrbio de Chicago e nos limites do Deserto de Mojave, na Califórnia.